CANAIS DIRETO DE ATENDIMENTO

1 Envie seu e-mail pelo formulário de contato. Clique aqui!
2 Atendimento por telefone.
(83) 33412299
3 Chat on-line.
Clique aqui!

Antes de entrar em contato recolha todos os dados necessários da sua dúvida. Agradecemos seu contato!

HORÁRIOS DE ATENDIMENTO

Seg. à Sex. de 08h às 12h e 13h às 17h.
Sábados, Domingos e Feriados toda solicitação deverá ser enviada pelo e-mail contato@epbem.com.br.

EFETUOU CADASTRO E ESQUECEU SUAS CREDENCIAIS?

EFETUOU CADASTRO E ESQUECEU SUAS CREDENCIAIS?

EFETUOU CADASTRO E ESQUECEU SUAS CREDENCIAIS?

EFETUOU CADASTRO E ESQUECEU SUAS CREDENCIAIS?

Índices de inflação e juros parecem ser assuntos apenas de interesse dos adultos. Porém, na E.E. Brasílio Machado, os alunos têm surpreendido a direção. Depois que começaram a participar de uma disciplina sobre educação financeira, os estudantes dos anos iniciais do Ensino Fundamental não só mudaram hábitos de consumo como melhoraram os resultados em matemática. “Tenho aprendido muitas coisas. Como usar o dinheiro direito, como eram as notas antigamente, por que é importante guardar. Já estou até juntando para pagar minha faculdade no futuro”, conta o aluno de 10 ano, Enzo Lucca Graçapizarro. O objetivo da iniciativa é fazer com que os alunos aprendam a consumir menos e tornem-se cidadãos mais conscientes, auxiliando os próprios familiares nessa descoberta. “Aprendo todos os dias com minha filha. Ela tem me ensinado que R$ 1 é importante e faz diferença sim”, revela Francineudo Lopes da Silva, pai da aluna Anna Luisa Ferreira Lopes. Para ensinar o assunto de forma lúdica e divertida, a professora Beatriz Tormin Ribeiro faz uso de jogos e até de dinheiro de brinquedo. A oficina, que faz parte da matriz curricular da Escola de Tempo Integral, foi escolhida pelos educadores da unidade em um momento em que os alunos apresentavam dificuldades em matemática. “Os índices da nossa escola no Saresp estavam baixos em matemática. Depois da oficina de educação financeira tivemos um salto grande. Ainda queremos caminhar muito mais, mas essa foi uma sinalização de que estamos no caminho certo”, afirma a diretora da unidade escolar, Simone Santoro Romano. Fonte:http://www.educacao.sp.gov.br/noticias/escola-melhora-indices-do-saresp-em-matematica-com-aula-de-educacao-financeira

De tempos em tempos, surge na rede um novo jogo que pode ser chamado de “suga-vidas”: eles fazem você ficar instantaneamente viciado, são extremamente simples e geram aquele sentimento de indignação toda vez que te fazem perder. “Mas como assim, deu errado? É um jogo tão fácil!”, você deve pensar ao jogar coisas como Candy Crush, Fruit Ninja ou o recente Flappy Bird… ou o queridinho da vez, 2048. Criado pelo desenvolvedor italiano Gabriele Cirulli, 2048 parte de uma premissa que poderia agradar professores de matemática do Ensino Fundamental: em uma grade de 4 linhas e 4 colunas, são dispostos blocos com valores entre 2 e 4.Cada bloco pode se somar apenas com outro bloco de mesmo valor (2 com 2, 4 com 4) e o objetivo do jogo é obter o bloco 2048 – para movimentar as peças, basta usar as teclas direcionais do seu teclado. Parece difícil, mas desde quarta-feira a redação do Link está tentando conseguir ganhar o jogo – e não conseguimos nem ao menos atingir o bloco 1024. Na tarde de quarta-feira, Cirulli comentou em sua conta no Twitter que mais de 28 mil pessoas estavam jogando 2048 naquele momento. “O tempo de horas que as pessoas estão jogando 2048 nunca vai voltar para a humanidade”, brincou ele. De lá para cá, Cirulli já desenvolveu uma versão 3D do game, como se fosse um cubo mágico, e uma versão colaborativa, à moda de Twitch Plays Pokémon. Aplicativos para celular não devem acontecer – ignorando uma tendência dos últimos grandes hits dos games. Fonte: http://blogs.estadao.com.br/link/2048-o-jogo-de-matematica-simples-que-vai-sugar-sua-vida/

Por que algumas pessoas apreciam a oportunidade de resolver problemas de matemática, mas outras ficam ansiosas com a simples menção de números e letras? A resposta poderia ser genética, de acordo com pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio. Em um estudo sobre o tema, eles descobriram que os genes podem causar um maior "ansiedade matemática" em crianças.Para examinar esta teoria, os pesquisadores examinaram como gêmeos divergem sobre medidas de ansiedade matemática. A análise fornece uma nova visão sobre por que algumas crianças podem desenvolver um medo de matemática que faz com que seja mais difícil para elas para resolver problemas e ter sucesso na escola. Outros fatores foram explicados pelos diferentes ambientes escolares, em casa e nos círculos sociais. O professor Stephen Petrill , que chefia o estudo reforça que “Fatores genéticos podem agravar ou reduzir o risco de fazer mal em matemática”. — Se você tiver esses fatores de risco genético para a matemática e então você tem experiências negativas nas aulas o aprendizado pode se tornar muito mais difícil. Esse conhecimento é importante para planejar intervenções junto aqueles que precisam de ajuda em matemática. O estudo incluiu 216 gêmeos idênticos e 298 gêmeos fraternos do mesmo sexo em Ohio. As crianças entraram no projeto no jardim de infância ou no primeiro grau e foram avaliadas durante oito visitas domiciliares. O último estudo incluiu dados das duas últimas visitas domiciliares, quando os gêmeos estavam com idade entre 9 e 15 anos.Todos os gêmeos completaram avaliações de ansiedade matemática, ansiedade geral, resolução de problemas de matemática e compreensão de leitura. Mas, apesar de uma predisposição genética ser importante, ele só foi responsável por cerca de 40% do problema.Na batalha dos sexos, os meninos sempre foram considerados “melhores” do que as meninas em disciplinas como matemática e ciências. Porém, uma revisão de 308 estudos envolvendo mais de 1,1 milhões de crianças contrariou esse estereótipo. O estudo analisou dados de 1914 a 2011 e sugeriu que meninas tem desempenho melhor na escola do que os rapazes há pelo menos 100 anos. De acordo com os dados, compilados pela universidade canadense de New Brunswick, as meninas superaram os meninos ao longo de suas carreiras acadêmicas do ensino infantil ao ensino médio. As diferenças são maiores na disciplina de língua e o menores em matemática, mas mesmo nesses assuntos, as meninas obtiveram melhores notas na média, disseram os pesquisadores. Fonte: http://noticias.r7.com/educacao/dificuldade-para-aprender-matematica-pode-ter-causa-genetica-revela-pesquisa-18062014

Sancionado pela presidente Dilma Rousseff no último dia 26, o PNE (Plano Nacional de Educação) tem como uma de suas metas básicas combater o analfabetismo. Mas, segundo o gerente da ONG Todos Pela Educação Ricardo Falzetta, o texto não tem critérios claros sobre o conceito de alfabetização. — Isso quer dizer que a alfabetização não pode ser simplesmente decodificar o código e reconhecer as letras. A alfabetização plena permite ao aluno uma visão crítica do mundo por meio da escrita e da leitura, possibilitando que ele continue a aprender. A Todos pela Educação considerada que, ao fim do 3º ano, as crianças plenamente alfabetizadas devem saber identificar o tema de um texto e estabelecer relações de causa e consequência entre as informações contidas no enredo. A conclusão tem base nos resultados da Prova ABC, avaliação de leitura, escrita e matemática aplicada pela ONG a 54.000 alunos do 2º e do 3º ano do fundamental de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Em 2012, os resultados da prova mostraram que 43% dos estudantes brasileiros que estão no segundo ano na rede pública não sabem o mínimo que deveriam em leitura. Entre alunos do 3º ano o percentual é de 28%. No final de 2013, o governo federal aplicou pela primeira vez uma avaliação nacional para medir a alfabetização das crianças brasileiras nos anos iniciais do ensino fundamental. Segundo o MEC (Ministério da Educação), os resultados da ANA (Avaliação Nacional de Alfabetização) serão divulgados nos próximos meses. Fonte: http://noticias.r7.com/educacao/plano-nacional-da-educacao-nao-tem-conceitos-claros-sobre-alfabetizacao-diz-especialista-27062014

Rankings e índices pautados em avaliações tradicionais não são um bom parâmetro para medir o nível de aprendizado. A opinião pouco ortodoxa é do avaliador Michael Quinn Patton, americano que visita o Rio e participou nesta segunda-feira de um seminário sobre “As dez maiores tendências da avaliação qualitativa”, realizado na sede da Fundação Roberto Marinho. Para o pesquisador, mesmo as redes sociais podem servir como uma importante fonte de análise para testar conhecimentos, embora não se deva prescindir de análises feitas no lugar de estudo, por meio de entrevistas e observação das peculiaridades locais. O encontro foi transmitido on-line para educadores que participam de capacitações feitas pelo programa Telecurso. — As redes sociais servem como fonte e compartilhamento de dados que auxiliam na análise — afirma Patton, que chama a atenção para a compreensão do contexto em que se inserem os alunos: — Não há números sem história, não há história sem números. Precisamos entender o contexto de onde os dados são tirados. Para a secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, Helena Bomeny, a junção da análise quantitativa (dominante hoje nos sistemas educacionais) com a qualitativa é fundamental para uma melhor atuação das escolas. — Não há secretaria que faça um bom trabalho sem avaliar quantitativamente e qualitativamente. Com essa informação, pode-se trabalhar de forma localizada para atender a demanda de cada aluno — descreve. Vilma Guimarães, gerente-geral de educação da Fundação Roberto Marinho, concorda que restringir a avaliação a colocações num ranking é prejudicial para a análise: — Rankings não contribuem porque comparam o incomparável. Além disso, é desmotivador para um aluno e para uma escola se ver em último lugar. Patton sustenta que avaliações servem para diferentes esferas da sociedade e devem ser marcadas pela independência do avaliador e pelo foco nas particularidades dos entes analisados. — Brinco que quem avalia é uma espécie de bobo da corte. Falamos a realidade, e, muitas vezes, ela não é boa de se ouvir — compara. O americano crê que, para uma boa avaliação, é necessário observar, entrevistar quem está envolvido e analisar a documentação relacionada. Só a partir desse trabalho mais aprofundado é que são indicadas tendências. Para o pesquisador da Laboratório de Lógica Fuzzy da Coppe-UFRJ Francisco Antônio Doria, essas tendências podem servir para compreender desde comportamentos sociais até o público-alvo de um estilo de roupa, por exemplo. — A partir desse princípio de unir o quantitativo com o qualitativo, já fizemos um algoritmo que mapeia dados para identificar tendências de moda e, depois, sugerir quantas peças devem ser produzidas para aquele estilo. É um sistema que pode servir de forma ampla — analisa. Antonio Morim, também pesquisador do LabFuzzy, afirma que o desafio reside em transformar a emoção em dados: — Nosso objetivo é mostrar a emoção, as transformações educacionais de uma realidade em dados para usarmos como ferramenta. A entrevista, o humano e o gesto continuam fundamentais para avaliar. Patton acredita que é exatamente a mescla de diferentes métodos que fornece melhores resultados: — Somente através do cruzamento de diferente informações é que nos aproximamos da realidade. Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/um-novo-modo-de-pensar-avaliacao-dos-estudantes-12888918

Capacitar os professores é a opção mais viável para melhorar o desempenho dos alunos. É o que aponta o estudo Formação Continuada de Professores no Brasil, do Instituto Ayrton Senna e do Boston Consulting Group, lançado nesta segunda-feira, 7, em São Paulo. A cerimônia de lançamento contou com a participação do ministro da Educação, Henrique Paim. De acordo com o estudo, que apresenta desafios e oportunidades relacionados à formação continuada de docentes no Brasil, estudantes expostos a bons professores aprendem de 47% a 70% a mais do que aprenderiam em média em um ano escolar. A pesquisa ainda destaca que é possível atuar em todas as etapas da carreira, e promover a melhoria da formação em serviço apresentaria melhores resultados no curto prazo. Segundo a presidenta do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, o estudo discute possíveis linhas de ação que podem contribuir para acelerar a formação continuada e a qualificação dos professores no Brasil. “A capacitação dos professores é a alavanca acionável para a melhoria da qualidade da educação no curto e médio prazo”, disse. Segundo o ministro, o diagnóstico da pesquisa está de acordo com os levantamentos do Ministério da Educação, que identificam um distanciamento entre a formação oferecida nas universidades e a realidade nas salas de aula. “A palavra-chave é amadurecimento. A relação entre educação básica e a educação superior precisa ser aperfeiçoada para melhorar a formação inicial e continuada dos professores”, afirmou o ministro, reconhecendo a que este é um dos gargalos da educação no país. Para o estudo Formação Continuada de Professores no Brasil, foram entrevistados, por meio eletrônico, 2.732 pessoas entre secretários de Educação, supervisores de ensino, diretores de escolas, coordenadores pedagógicos e professores entre novembro de 2012 e março de 2013. Durante a cerimônia, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (Capes), anunciou um edital para desenvolver a formação de quadros em competência socioemocional (aptos a lidar com estudantes em situação de instabilidade), da graduação ao doutorado, em psicologia, pedagogia e licenciaturas. Serão oferecidas bolsas para 30 doutorandos, 60 mestrandos, 150 professores de educação básica das escolas públicas e 300 estudantes de graduação. Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20573:estudo-revela-que-desempenho-de-alunos-melhora-em-ate-70-com-professor-capacitado&catid=211&Itemid=86

Se na Copa do Mundo nossa seleção teve resultado decepcionante, o mesmo não se pode dizer do time de estudantes brasileiros que participaram da 55ª Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, da sigla em inglês), na África do Sul. Ao todo, os alunos conquistaram cinco medalhas, sendo três de prata e duas de bronze.Com isso, o Brasil ocupou a 34ª posição no ranking geral por países com 122 pontos. No topo da tabela está a equipe da China, com 201 pontos, seguida pelos Estados Unidos, com 193 e Taiwan, com 192. Ao todo, 560 estudantes de 101 países participaram da competição. As provas ocorreram dos dias 8 e 9 de julho, na Universidade da Cidade do Cabo. Em cada dia, os estudantes tiveram 4h30 para resolver três problemas de matemática, selecionados a partir de diferentes áreas da matemática do ensino médio como álgebra, análise combinatória, geometria e teoria dos números. Murilo Corato Zanarella, 16 anos, Rodrigo Sanches Ângelo, 18 anos, de São Paulo e Daniel Lima Braga, 16 anos, do Ceará, tiveram o melhor desempenho da equipe brasileira garantindo as medalhas de prata, enquanto Victor Oliveira Reis, 17 anos, de Pernambuco e Alexandre Perozim de Faveri, 17 anos, de São Paulo, voltaram ao país com as medalhas de bronze. Alessandro de Oliveira Pacanowski, 18 anos, do Rio de Janeiro recebeu uma menção honrosa. As medalhas conquistadas neste ano são apenas mais um exemplo de um histórico de resultados positivos do Brasil na competição. Desde 1979, ano em que os brasileiros participaram pela primeira vez, conquistamos 110 medalhas, sendo nove de ouro, 33 de prata e 68 de bronze, o que o torna o país latino-americano com o melhor retrospecto na história da competição. Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-conquista-cinco-medalhas-em-olimpiada-internacional-de-matematica-13273871

O ensino de matemática no Brasil, em média, está longe do ideal. Na última edição do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), os alunos do país ficaram na 58ª posição entre 65 economias mundiais. Mas isso não significa que não temos grandes talentos nessa disciplina. A prova disso está no peito. A cada ano, estudantes brasileiros conquistam mais medalhas em competições internacionais de matemática. No último fim de semana, a equipe tupiniquim bateu seu recorde ao receber 24 na Olimpíada Mundial de Matemática Universitária, na Bulgária. Mês passado, os seis representantes nacionais voltaram da África do Sul premiados após a olimpíada mundial para alunos do ensino básico. O Brasil está bem atrás de países como China e EUA, mas já temos o melhor desempenho da América Latina. A matemática sempre foi vista como um bicho de sete cabeças, mas isso pode estar mudando. Um bom termômetro é o salto surpreendente no número de inscrições para a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), que acontece anualmente em colégios da educação básica de todo o país, organizada pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa). Em 2013, 200 mil estudantes encararam o desafio. Este ano, são 560 mil inscritos, o que significa um aumento de 180%. Em 1998, apenas 40 mil participavam da competição. Vale lembrar que a inscrição é voluntária e não faz parte do currículo escolar do MEC. — Na escola, a matemática é nivelada pela exigência mínima, apenas o que é preciso para passar de ano. O aluno vê uma matéria mecanizada, chata — afirma o professor de Matemática da PUC-Rio Nicolau Saldanha. — Mas a olimpíada revela o lado criativo da matéria. Saldanha já foi o coordenador-geral da OBM, que também tem a função de selecionar os seis melhores alunos para representar o Brasil no exterior. O professor, aliás, foi o primeiro brasileiro a participar de uma competição internacional, em 1981, voltando com uma medalha de ouro. Atualmente, treina de modo voluntário os futuros competidores. Segundo ele, o maior interesse pela matemática nos últimos anos foi ajudado pelo avanço das tecnologias. — Há mais acesso à informação. O aluno que quiser se preparar para as olimpíadas hoje pode conseguir provas anteriores na internet, além de aulas preparatórias on-line — constata. Além das medalhas e do direito de representar o Brasil no exterior, o premiado nos torneios nacionais recebe livros didáticos doados pela Sociedade Brasileira de Matemática. Mas instituições como PUC-Rio e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) também oferecem bolsas integrais para os melhores colocados nas competições. A mesma prática é seguida pelas maiores instituições do mundo, como a Universidade de Harvard, nos EUA, que abrem as portas para talentos revelados na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, em inglês). Leia mais: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/participacao-de-estudantes-na-olimpiada-brasileira-de-matematica-aumenta-em-180-13529165

Um carioca de 35 anos se tornou o primeiro brasileiro a receber a prestigiada Medalha Fields, considerada o prêmio Nobel da matemática. Artur Avila foi anunciado como merecedor da láurea máxima da União Internacional de Matemática (IMU, na sigla em inglês), durante o Congresso Internacional de Matemáticos, nesta terça-feira, quarta de manhã em Seul, na Coreia do Sul, onde o evento acontece. A medalha é entregue a cada quatro anos, a no mínimo dois e no máximo quatro profissionais com menos de 40 anos cujos trabalhos um comitê secreto julga terem sido fundamentais para o avanço da matemática. Junto com Avila, este ano a Fields foi entregue também ao canadense Manjul Bhargava, ao austríaco Martin Hairer e à iraniana Maryam Mirzakhani.“Artur Avila fez notáveis contribuições no campo dos sistemas dinâmicos, análise e outras áreas, em muitos casos provando resultados decisivos que resolveram problemas há muito tempo em aberto. Quase todo seu trabalho foi feito por meio de colaborações com cerca de 30 matemáticos de todo mundo. Para estas colaborações, Avila traz um formidável poder técnico, a engenhosidade e tenacidade de um mestre em resolver problemas e um profundo senso para questões profundas e significativas. Os feitos de Avila são muitos e abrangem uma ampla gama de tópicos. Com sua combinação de tremendo poder analítico e profunda intuição sobre sistemas dinâmicos, Artur Avila certamente continuará um líder na matemática ainda por muitos anos”, escreveu o comitê da IMU na sua justificativa para o prêmio. Ex-aluno de duas escolas tradicionais do Rio, os colégios Santo Agostinho e São Bento, o calculista coleciona medalhas desde os 13 anos, quando ganhou um bronze na Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) de 1992. De lá até receber a sonhada Fields, Avila conquistou alguns ouros em outras edições da olimpíada e concluiu seu doutorado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), em 2001, aos 21 anos. Hoje, divide seu tempo entre o Impa, onde atua como pesquisador extraordinário, e o trabalho de diretor de pesquisa do Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França, em Paris.À diferença do Nobel, cujos vencedores só sabem da premiação após o anúncio oficial na Suécia, os ganhadores da Medalha Fields são informados previamente. O carioca, que já havia sido cogitado para o prêmio em 2010, recebeu a notícia há dois meses, com um certo alívio. O matemático trabalha com a área de sistemas dinâmicos, mais conhecida como a teoria do caos, que busca descrever e prever como evoluem todos os sistemas que mudam com o tempo. A formação de uma nuvem, por exemplo, desenvolve-se como base em um sem-número de fatores. Trata-se de um campo de mais alta complexidade. Avila e os outros três ganhadores deste ano se juntam às outras 52 pessoas laureadas desde a primeira Medalha Fields, em 1936. O prêmio foi criado pelo canadense John Charles Fields, para “reparar” o erro do sueco Alfred Nobels, que, ao elaborar o Prêmio Nobel, em 1895, desconsiderou a matemática como ciência importante. Hoje, os ganhadores da Medalha Fields recebem 15 mil dólares canadenses (R$ 31 mil). Valor bem menor do que as 8 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 2,7 milhões) pagos aos premiados com o Nobel. Nas 17 edições anteriores da Fields, os americanos foram os mais premiados (12 vezes). A medalha de Ávila é a primeira de um matemático da América Latina. Orientador do pesquisador em seu doutorado no Impa, Welington de Melo afirma que o trabalho dele já o credenciava à medalha no congresso de 2010, na cidade indiana de Hyderabad (a próxima edição, aliás, acontece no Rio, em 2018.). (Adaptado) Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/brasileiro-ganha-nobel-da-matematica-13577813

A iraniana Maryam Mirzakhani recebeu nesta quarta-feira (13) a medalha Fields, considerada o prêmio Nobel da Matemática, na abertura do Congresso Internacional de Matemática (CIM) hoje em Seul, o que a transforma na primeira mulher a receber o prêmio. Nesta edição, Mirzakhani, 37, professora na universidade americana de Stanford, foi uma dos quatro premiadas com este reconhecimento e a primeira mulher a recebê-lo desde que foi criado em 1936. Trata-se ainda da primeira medalha do Fields para o Irã. Mirzakhani foi premiada por seus "impressionantes avanços na teoria das superfícies de Riemann e espaços modulares". Na terça, o Fields já havia dado o prêmio pela primeira vez a um latino-americano, o brasileiro Artur Ávila, 35, pesquisador do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), que foi escolhido pelo trabalho na área de sistemas dinâmicos, que procura prever a evolução no tempo dos fenômenos naturais e humanos observados nos diferentes ramos do conhecimento. Ávila é também o primeiro ganhador da medalha Fields que obteve seu doutorado fora dos Estados Unidos ou da Europa. O ganhador do maior prêmio conquistado por um cientista brasileiro foi cumprimentado pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff, no Twitter. "O reconhecimento mundial do trabalho de Ávila enche de orgulho a ciência brasileira e todo o Brasil", disse a chefe de Estado. A medalha Fields premia a cada quatro anos, durante a realização do CIM, por suas descobertas a até quatro matemáticos com menos de 40 anos. Os outros dois agraciados foram Manjul Bhargava, professor na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, Martin Hairer, da britânica Universidade de Warwick. Os ganhadores recebem uma medalha avaliada em US$ 5 mil e um prêmio de US$ 13.730. O ICM acontecerá na capital da Coreia do Sul até 21 de agosto e terá cinco mil participantes de 120 países. O evento, realizado desde 1900, é um fórum que debate as conquistas matemáticas e encontrar maneiras de estimular a pesquisa acadêmica. A Coreia do Sul é o terceiro país asiático a receber a reunião, após Japão (1990), China (2002) e Índia (2010). Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2014/08/13/iraniana-maryam-mirzakhani-e-primeira-mulher-a-ganhar-nobel-de-matematica.htm#fotoNav=3

A iraniana Maryam Mirzakhani recebeu nesta quarta-feira (13) a medalha Fields, considerada o prêmio Nobel da Matemática, na abertura do Congresso Internacional de Matemática (CIM) hoje em Seul, o que a transforma na primeira mulher a receber o prêmio. Nesta edição, Mirzakhani, 37, professora na universidade americana de Stanford, foi uma dos quatro premiadas com este reconhecimento e a primeira mulher a recebê-lo desde que foi criado em 1936. Trata-se ainda da primeira medalha do Fields para o Irã. Mirzakhani foi premiada por seus "impressionantes avanços na teoria das superfícies de Riemann e espaços modulares". Na terça, o Fields já havia dado o prêmio pela primeira vez a um latino-americano, o brasileiro Artur Ávila, 35, pesquisador do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), que foi escolhido pelo trabalho na área de sistemas dinâmicos, que procura prever a evolução no tempo dos fenômenos naturais e humanos observados nos diferentes ramos do conhecimento. Ávila é também o primeiro ganhador da medalha Fields que obteve seu doutorado fora dos Estados Unidos ou da Europa. O ganhador do maior prêmio conquistado por um cientista brasileiro foi cumprimentado pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff, no Twitter. "O reconhecimento mundial do trabalho de Ávila enche de orgulho a ciência brasileira e todo o Brasil", disse a chefe de Estado. A medalha Fields premia a cada quatro anos, durante a realização do CIM, por suas descobertas a até quatro matemáticos com menos de 40 anos. Os outros dois agraciados foram Manjul Bhargava, professor na Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, Martin Hairer, da britânica Universidade de Warwick. Os ganhadores recebem uma medalha avaliada em US$ 5 mil e um prêmio de US$ 13.730. O ICM acontecerá na capital da Coreia do Sul até 21 de agosto e terá cinco mil participantes de 120 países. O evento, realizado desde 1900, é um fórum que debate as conquistas matemáticas e encontrar maneiras de estimular a pesquisa acadêmica. A Coreia do Sul é o terceiro país asiático a receber a reunião, após Japão (1990), China (2002) e Índia (2010). Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/efe/2014/08/13/iraniana-maryam-mirzakhani-e-primeira-mulher-a-ganhar-nobel-de-matematica.htm#fotoNav=3

Dois estudantes paulistas conquistaram medalha de ouro e a mais alta classificação individual na 25ª Olimpíada de Matemática do Cone Sul, que terminou nesta quinta-feira (21) em Atlántida, cidade que fica no Uruguai. Pedro Henrique Sacramento de Oliveira, de 15 anos, de Vinhedo (SP), e Gabriel Toneatti Vercelli, de 16 anos, de Osasco (SP), somaram 54 e 51 pontos, respectivamente, e terminaram a competição acadêmica com a primeira e a segunda colocação na classificação individual. Na terceira colocação ficou um estudante do Peru, que somou 50 pontos.Segundo a assessoria de imprensa da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), o Brasil ainda levou uma medalha de prata, conquistada pelo estudante João César Campos Vargas, de 16 anos, de Passa Tempo (MG), e uma de bronze, que volta ao Brasil nas mãos de Andrey Jhen Shan Chen, de 14 anos, de Campinas (SP). Dois professores de São Paulo e da Bahia acompanharam os jovens, que participaram de duas provas teóricas na segunda e na terça-feira (18 e 19). Cada prova teve quatro horas de duração e exigiu a resolução de três problemas de matemática, incluindo áreas como álgebra, teoria dos números, geometria e combinatóra. Conforme resolviam os problemas, os participantes somavam pontos que levavam à classificação final. Para concorrerem à prova do Cone Sul, os adolescentes tiveram que participar da OBM, realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) em parceria com a Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). As provas acontecem todos os anos em escolas públicas e particulares do Brasil e os alunos premiados passam por um novo processo de seleção que dura seis meses. Para a Olimpíada de Matemática do Cone Sul, só os quatro alunos mais bem colocados são selecionados para competir. Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/08/brasileiro-fica-com-1-colocacao-na-olimpiada-de-matematica-do-cone-sul.html

Apesar de haver escolas sem professores no Brasil, o número de formandos em licenciatura no país, entre 1990 e 2010, seria suficiente para atender à demanda atual por docentes, é o que revela a pesquisa inédita do professor José Marcelino de Rezende Pinto, da Universidade de São Paulo (USP). Faltam, portanto, profissionais interessados em seguir carreira dentro da sala de aula. O estudo aponta para a necessidade de tornar a profissão mais atrativa e de incentivar a permanência estudantil na área. Isso porque o número total de vagas na graduação é três vezes maior que a demanda por professores estimada nas disciplinas da educação básica. Em todas as áreas, só as vagas de graduação nas universidades públicas já seriam suficientes para atender à demanda. Para realizar a pesquisa, o autor cruzou a demanda atual por profissionais na educação básica com o número de formados nas diferentes disciplinas curriculares entre 1990 e 2010. Assim, só em Física é possível afirmar, de fato, que o número de formandos não é suficiente para suprir a necessidade. Segundo Marcelino, os titulados preferem ir para outras áreas a seguir a docência. — A grande atratividade de uma carreira é o salário. Mas, além da remuneração, o professor tem um grau de desgaste no exercício profissional muito grande. E isso espanta — afirma o pesquisador, que é da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto. Os cursos de formação de professores têm evasão maior que 30%, acima da média registrada por outras graduações: — Em vez de financiar novas vagas, muitas vezes em modalidade à distância sem qualidade, precisamos investir para que o aluno entre e conclua. Dados recentes mostram que há um déficit nas escolas brasileiras de 170 mil professores apenas nas áreas de Matemática, Física e Química. O salário de um professor é, em média, 40% menor que o de um profissional de formação superior. Foi essa diferença de renda que fez Simone Ricobom, de 40 anos, deixar a docência em 1998 — após cinco anos na área — para trabalhar na Previdência Social. — Havia o pensamento de que o professor tinha de ser um pouco mãe e eu queria ser profissional. Também percebi que não havia projeção na carreira — contou. Simone voltou a atuar na educação infantil entre 2008 e 2012, dessa vez na rede particular, mas se decepcionou novamente. O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, diz que o resultado da pesquisa desconstrói um falso consenso sobre um "apagão". — Os dados reforçam que a principal agenda na questão docente é a da valorização. Isso é garantia de boa formação inicial e continuada, salário inicial atraente, política de carreira motivadora e boas condições de trabalho — explicou. Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/09/falta-interesse-por-carreira-de-professor-indica-estudo-4588232.html

Temida por muitos estudantes, a matemática é considerada uma das disciplinas mais difíceis da fase escolar. O gosto pelos números ou o repúdio, em geral, começa na escola. Para o professor da Universidade de Brasília (UnB) Diego Marques, o país vive uma grande contradição quando o assunto é a formação em matemática. “O Brasil é um país que tem uma grande desigualdade social e essa mesma desigualdade gritante ocorre com a matemática”, diz Marques que também é coordenador regional no Distrito Federal da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). O professor se refere à disparidade entre a formação de profissionais de ponta – caso de Artur Ávila, primeiro brasileiro a receber a Medalha Fiels – e o desconhecimento da matéria por grande parte dos alunos da educação básica – constatada por avaliações internacionais como o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa). “A matemática tem um papel muito importante na vida de qualquer um. A matemática traz o rigor, a disciplina, a imaginação, a abstração, a concentração e a interdisciplinaridade que ajudam na formação de pessoas e, principalmente, líderes”, destaca Marques.No processo de aprendizagem, o professor tem um papel fundamental, defende. “O professor precisa motivar o aluno e mostrar mais do que fórmulas. Para fazer uma analogia, é como a música. Imagina que em vez de ouvir a música, nos entregassem a partitura da música, ou seja, aquela representação escrita da música. Bem, olhar aquilo e decorar o passo a passo traz um sentimento vazio, muito aquém de ouvir e saborear uma bela melodia”, compara. Apontar o caminho aos alunos fica, no entanto, mais difícil quando o próprio professor não tem uma formação adequada. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 62,6 mil professores de matemática não têm formação superior. O número equivale a pouco mais de um quarto dos 243,6 mil professores de matemática do país. Ainda segundo o Inep, 65,6 mil têm especialização, 3 mil têm título de mestre e 279 são doutores.“Eu consigo enumerar vários fatores, mas também consigo relacionar vários fatores a um fator principal, que é o salário do professor. O salário do professor no Brasil deixa muito a desejar. Ele varia de estado para estado, mas ele é ruim, muito ruim", diz a professora da Universidade de Brasília (UnB) Solange Amorim, especialista em educação matemática. Para serem bem formados, os alunos não podem ter lacunas na aprendizagem e um professor bem formado pode ser a chave para que uma trajetória escolar de sucesso. Em matemática, tudo que se aprende em uma etapa é necessário para que se entenda uma próxima. “Quando o aluno passa de uma etapa para outra com deficiência, tudo desmorona. Os assuntos dados têm que ser bem sedimentados antes que se passe para uma outra fase”, diz o coordenador de matemática do Colégio Sigma, em Brasília, Carlos Sérgio Nunes. A dedicação do estudante também conta. “Todos são iguais perante a explicação. A diferença está no que o aluno vai fazer com ela. Deve treinar, não deixar que a distância fique muito grande entre o que foi entendido e a prática com os exercícios. Isso que vai fazer você interiorizar”, diz Nunes.O professor de matemática do Centro de Educacional (CED) 4, do Guará 1 (DF), Jairo de Souza Peixoto, diz que os pais também podem ajudar em casa. “É importante desde cedo, com as crianças em casa, os pais começarem a orientar no processo de contagem, de raciocínio. Quando a família dá uma boa orientação, depois, na escola, fica mais fácil transformar isso em outros métodos de contagem”, explica. Conteúdo aprendido, é possível gostar dos números. Para o aluno do 1º ano do Sigma, André Sarkis Rosa, o prazer está na resolução dos problemas. "Para resolver algumas questões, não basta saber a matéria, tem que enxergar alguma coisa por trás, criar um cenário para chegar a uma resposta. E resolver essas questões dá alegria, principalmente quando o caminho é grande e você consegue chegar na resposta certa." "Com um bom desenvolvimento em matemática, tenho também em outras matérias, abre mais o raciocínio", diz a aluna do 9º ano do CED 4 Tatiana de Jesus. "A matemática está com a gente sempre, até quando vai jogar pingue-pongue. Na mesa retangular estão as áreas geométricas. Para jogar a bolinha, tem que calcular para onde ela vai." Fonte: http://www.ebc.com.br/educacao/2014/08/matematica-imaginacao-e-disciplina-ajudam-na-formacao-de-lideres

A Coordenação do Mestrado Profissional em Matemática (PROFMAT), que tem a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) como uma das instituições associadas à referida pós-graduação, inscreve, até a próxima sexta-feira, 5 de setembro, os interessados em participar do Exame Nacional de Acesso 2015, para formação de nova turma. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site http://www.profmat-sbm.org.br/. Na UEPB serão ofertadas 20 vagas para o curso. O Exame consistirá em uma prova que será realizado dia 1º de novembro. O resultado será divulgado no dia 14 de janeiro de 2015 e as matrículas para a primeira fase serão realizadas de 15 de janeiro a 30 de janeiro de 2015. Pode se inscrever no processo seletivo o candidato portador de diploma de curso superior devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação ou estudante de curso superior cujo diploma venha a ser emitido, no máximo, até à data de início das matrículas. O PROFMAT é um programa de pós-graduação stricto sensu em Matemática, reconhecido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação. Tem como objetivo proporcionar formação matemática aprofundada relevante ao exercício da docência no Ensino Básico, visando dar ao egresso qualificação certificada para o exercício da profissão de professor de Matemática. O curso é semipresencial e realizado por Instituições de Ensino Superior associadas em uma Rede Nacional no âmbito do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB). Ele é coordenado pelo Conselho Gestor e pela Comissão Acadêmica Nacional, que operam sob a égide do Conselho Diretor da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Link para edital: http://www.profmat-sbm.org.br/files/Arquivos%20do%20Site/Edital_06_Exame_Nacional_Acesso_2015_RETIFICAO.pdf Fonte:http://www.uepb.edu.br/inscricoes-para-mestrado-profissional-em-matematica-se-encerram-na-proxima-sexta-feira-dia-5/

Nesta quinta-feira, a presidenta Dilma Rousseff recebeu Artur Ávila, brasileiro ganhador da Medalha Fields, considerada o Nobel da Matemática, e outros representantes do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) e da Academia Brasileira de Ciências. Durante o encontro, eles sugeriram a ampliação dos investimentos federais em ciência, tecnologia, pesquisa e desenvolvimento. O matemático Jacob Palis, presidente da Academia Brasileira de Ciências, disse que o grupo defendeu que os investimentos no setor cheguem a 2% do Produto Interno Bruto (PIB). Atualmente, segundo ele, o governo investe cerca de 1,2%. “A China já está alcançando os 2%. Propusemos para a presidenta esse desafio de, no programa dela para a próximo período, objetivar alcançar esse número”, disse. Segundo Palis, Dilma se mostrou “simpática” à ideia, mas não se comprometeu em incluir o número em seu programa de governo para um eventual segundo mandato, caso seja reeleita. Ávila, que estudou no Impa e hoje é pesquisador da entidade, disse que o instituto foi apresentado à presidenta como um modelo para outros campos do conhecimento. “Há flexibilidade administrativa no Impa e isso permite aproveitar os talentos tanto na formação como no recrutamento de pesquisadores, tanto brasileiros quanto estrangeiros”, afirmou. O diretor do Impa, César Camacho, destacou a característica do instituto de não exigir diploma dos estudantes que participam dos cursos, o que tem atraído candidatos jovens e também ajudado a instituição a detectar talentos precoces da matemática e de outras ciências. “Há um princípio básico que Impa adotou, que é o parâmetro de que qualquer decisão tem que obedecer a critérios extremamente exigentes de mérito científico”, contou. Artur Ávila é o único ganhador da Medalha Fields formado em um país em desenvolvimento. Vencedor de medalha de ouro em duas edições da Olimpíada Brasileira de Matemática, o pesquisador disse que o evento estimula os estudantes a conhecer mais a ciência. “As olimpíadas são uma maneira eficiente, não só no Brasil, mas também em outros países, de detectar talentos e motivar as crianças a fazer matemática. A problemática dos exames é muito mais interessante que a apresentada na escola, muito mais desafiadora, leva o aluno a buscar mais e, atualmente, dá origem a vários talentos da ciência”, avaliou. O encontro dos matemáticos com a presidenta Dilma no Palácio da Alvorada durou cerca de 45 minutos e também teve a participação dos ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clélio Campolina; e da Fazenda, Guido Mantega, que já estava no local para outra reunião. Fonte: http://noticias.terra.com.br/educacao/matematico-que-ganhou-premio-pede-mais-verbas-para-dilma,b566be04e5148410VgnCLD200000b2bf46d0RCRD.html

O Conselho Nacional de Educação (CNE) estuda a implantação de diretrizes que desenvolvam as competências socioemocionais na educação básica. Essas competências, também chamadas de não cognitivas, estão relacionadas a caraterísticas como capacidade de resolver desafios, inovar, trabalhar em equipe, liderar, entre outras habilidades. Estudos apontam que tais competências impactam no desempenho dos estudantes nas sala de aula. O CNE é um órgão normativo ligado do Ministério da Educação que recomenda diretrizes para a construção dos currículos da educação básica. Segundo o conselheiro Francisco Cordão, o debate sobre as competências socioemocionais começou em outubro do ano passado na Câmara da Educação Básica e deve continuar até o fim deste ano.Os conselheiros se reúnem sempre na primeira semana de cada mês. No próximo encontro, em outubro, segundo Cordão, deve haver a posse dos novos conselheiros – cinco dos 12 estão com o mandato vencido, mas dois deles ainda podem participar de uma nova gestão. Por isso, a discussão deverá ser retomada com os novos integrantes e a expectativa é que o tema seja abordado nos encontros de novembro e dezembro. Para Cordão, é importante que as competências socioemocionais sejam desenvolvidas de maneira interdisciplinar e contextualizada na educação. “Sempre que se fala em desenvolvimento de competência, supõe sempre a capacidade de decidir, corrigir, fazer, resolver desafios, conviver com o inusitado. É nessa perspectiva que se trabalha o desenvolvimento das competências.” O conselheiro condena o desenvolvimento dessas habilidades dentro, por exemplo, de uma disciplina isolada na grade curricular de uma escola. Para ele, esta é uma ação cultural que deve ser pensada de maneira global. Segundo Anita Abed, psicóloga e consultora que preparou um estudo encomendado pela Unesco sobre o tema em 2013, um dos requisitos para que diretrizes voltadas às competências emocionais sejam aplicadas nas escolas é a formação de professores. "Formação inicial, formação continuada e formação em serviço", explicou ela, afirmando que o embasamento por trás dos conceitos é teórico, mas o treinamento dos professores deve ser prático e contemplar os projetos pedagógicos da própria escola onde trabalham os docentes.(...) Fonte:http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/cne-estuda-implantar-competencias-socioemocionais-no-curriculo-escolar.html

O Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática e Tecnológica (Edumatec) publicou edital no Boletim Oficial da UFPE para aqueles interessados em participar do processo seletivo referente ao ano letivo 2014, para ingresso no corpo discente do curso de mestrado. Podem se candidatar portadores de diploma ou certificado de conclusão de cursos de graduação plena na área do programa: Pedagogia, Licenciatura em Matemática, Informática, Desenho e Plástica ou áreas afins, reconhecido pelo Ministério da Educação ou autorizado pela Universidade. A inscrição deve ser feita na secretaria do programa, situada no Centro de Educação (CE) do Campus Recife até 30 de setembro, em dias úteis, no horário das 9h às 12h e das 14 às 17h, pessoalmente ou por procurador. A inscrição também poderá ser realizada por correspondência (via Sedex), conforme regras do edital. São disponibilizadas 30 vagas e uma vaga adicional para os servidores da UFPE aprovados no processo seletivo. Fonte: http://www.ufpe.br/agencia/index.php?option=com_content&view=article&id=47803:mestrado-em-educacao-matematica-e-tecnologica-inscreve-para-selecao&catid=4&Itemid=72

Privados de liberdade, mas não de conhecimento. Foi assim que 16 adolescentes e jovens do Centro Socioeducativo Edson Motta (CSE) e do Centro Educacional do Jovem (CEJ), em João Pessoa, conseguiram aprovação para participar da segunda etapa da Olimpíada Brasileira de Matemática, que acontece neste sábado (13). O desempenho dos meninos é motivo de orgulho para quem sente na pele o peso do preconceito da sociedade.Nas aulas de matemática, os adolescentes mostram que querem reconstruir a vida. A dedicação deles impressiona até mesmo os professores da Escola Estadual Almirante Saldanha, que funciona dentro dos centros. Os cálculos nos cadernos revelam o esforço dos garotos que foram privados de liberdade por atos infracionais como homicídios, tráfico de drogas, roubo, etc.Um dos aprovados na Olimpíada de Matemática tem 17 anos e é reincidente no CSE. Desde junho de 2013 ele cumpre medida socioeducativa por roubo. Aluno da 7ª série no sistema da Educação de Jovens e Adultos (EJA), o adolescente mostra entusiasmo com os estudos, o que não acontecia quando ele estava na rua. “A escola para mim é uma oportunidade de mudar de vida, de ser um cidadão de bem, ser exemplo”, afirmou. Quando soube da aprovação na olimpíada, outro adolescente, de 15 anos, custou a acreditar. Chegou a pensar que era brincadeira. A descrença tem explicação. Ele entrou tarde na escola e foi reprovado três vezes, até ser pego pela polícia após um assalto. No centro, passou a frequentar as aulas regularmente e se mostrou um aluno aplicado, segundo os professores. Matemática, que para muitos é um tormento, para ele se tornou uma diversão. A afinidade com os cálculos deixa o adolescente empolgado para a segunda etapa da Olimpíada Brasileira de Matemática.Entre os aprovados está também outro jovem de 17 anos, de jeito tímido, que teve poucas oportunidades na rua. Pela terceira vez ele cumpre medida socioeducativa (porte de arma, tráfico de drogas e homicídio). Vindo de uma família desestruturada, escola para ele nunca foi prioridade. As más companhias o fizeram abandonar cedo os cadernos e a chance de ser 'alguém na vida'. Quando chegou ao centro, passou a ter um conceito diferente sobre escola e estudos. “Chegar até aqui já é muita coisa para mim, isso parecia impossível. Minha mãe ficou orgulhosa”, destacou. Os adolescentes podem até não ganhar a segunda etapa da competição, mas o resultado obtido já tem forte significado para eles. “É o que eu precisava para ter a certeza que quero mudar de vida, quero sair daqui e retomar os estudos. Quero ter uma profissão, construir uma família e não me envolver mais com coisas erradas”, frisou o adolescente de 17 anos, que cumpre medida socioeducativa por tráfico de drogas. A presidente da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida (Fundac), Sandra Marrocos, disse que a conquista é resultado do esforço em ressocializar os adolescentes e jovens privados de liberdade. “O que falta é oportunidade, pois o potencial deles é incrível. A gente avalia o resultado de uma forma muito positiva”, afirmou. Pelo segundo ano consecutivo o CSE e o CEJ aprovam alunos na olimpíada.Para a diretora da Escola Almirante Saldanha, Wilma Costa, o trabalho é motivo de orgulho para todos que fazem a escola. Segundo ela, muitos adolescentes chegam ao centro relatando total exclusão da vida escolar. “Alguns foram expulsos da escola, outros revelam que não pegam em uma caneta há mais de cinco anos. São situações delicadas, que precisamos vencer com muito esforço”, afirma. A escolarização e profissionalização dos adolescentes privados de liberdade estão previstas no artigo 124 do Estatuto da Crianças e do Adolescentes (ECA). A Olimpíada Brasileira de Matemática é uma competição aberta a todos os estudantes do ensino fundamental (a partir do 6º ano), ensino médio e universitário das escolas públicas e privadas de todo o país. A princípio foram aprovados 22 jovens dos centros da Fundac, mas seis saíram das unidades e, por isso, apenas 16 participarão da segunda etapa. Fonte: http://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2014/09/jovens-da-fundac-pb-participam-da-2-fase-da-olimpiada-de-matematica.html

A coordenadora geral de educação infantil da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, Rita Coelho, disse que o governo trabalha na implantação de uma política de avaliação da educação infantil, mas descarta mensurar o desempenho dos alunos e aplicar provas para crianças de até 5 anos de idade. Rita participou de um seminário nacional sobre educação infantil que ocorre nesta quarta-feira (17) em São Paulo. A construção de uma política de avaliação da educação infantil atende a uma das metas previstas pelo Plano Nacional da Educação (PNE), que estabelece as estratégias das políticas de educação para o Brasil nos próximos dez anos. Conforme prevê o plano, a primeira avaliação tem de estar realizada até o dia 25 de junho de 2016, e a partir desta data deve ocorrer a cada dois anos.Atualmente comissões formadas por integrantes do governo e demais instituições discutem a matriz de referência da avaliação e como ela vai ocorrer. A avaliação vai abranger cinco eixos: acesso e oferta de vagas, infraestrutura da escola, recursos materiais, profissionais, gestão do sistema e gestão da unidade escolar. Segundo Rita Coelho, o desempenho das crianças não será mensurado e a primeira avaliação vai ser feita a partir de dados já coletados em estatísticas como o Censo Escolar."Somos contrários a avaliação de crianças porque nesta etapa elas não se desenvolvem da mesma forma e mesmo ritmo. Além do mais, se fizéssemos isso estaríamos antecipando uma cultura classificatória de avaliação de desempenho não adequada para esta fase", afirma Rita. Alessio Lima, especialista em avaliação escolar e vice-presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), também condenou a avaliação para crianças e a consequente criação de rankings de desempenho. "O ranking cria um estigma e a escola considerada a pior pode até melhorar depois, mas a marca de pior fica registrada. Nenhuma avaliação que fere o ente é ética." Segundo Lima, os modelos de avaliação existentes hoje como a Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) são de desempenho e não devem ser reaplicados à educação infantil. A educação infantil (representa crianças de 0 a 3 anos) reúne quase 8 milhões de matrículas, 470 mil professores e 116 mil escolas, segundo dados do Censo Escolar. Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/mec-descarta-aplicar-prova-criancas-para-avaliar-educacao-infantil.html

Uma nova proposta do ensino da matemática chegou a 7 mil alunos dos primeiros anos do ensino fundamental de 66 escolas públicas em 10 cidades brasileiras. É o Círculo da Matemática, uma pedagogia desenvolvida pelos professores Bob e Ellen Kaplan, da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e trazida para o Brasil pelo Instituto Tim.Pelo círculo, as aulas de matemática são oferecidas a turmas de no máximo 10 alunos. Não há carteiras, lição de casa ou provas. Somente cadeiras, em que os alunos, propositalmente, não param sentados. A fórmula é simples: as crianças são instigadas a responder as questões da professora na lousa com giz, sem qualquer tecnologia. Nenhum erro é reprimido, mas nenhuma resposta é oferecida sem ser debatida.A base das aulas é uma reta numérica onde são ensinadas as operações e conceitos matemáticos. "Quais são números pares, e os ímpares, e os primos?", questiona a professora, enquanto os alunos disputam para respondê-la.As aulas do círculo não substituem as da grade curricular de matemática das escolas, ou seja, são aulas extras e ocorrem uma vez por semana para cada turma. O objetivo é desenvolver o raciocínio das crianças, fazer com que elas pensem, esqueçam as fórmulas e a decoreba e acima de tudo aprendam a gostar de matemática. Tem funcionado. “Gosto de matemática porque é divertido, as pessoas que acham chato é porque não conhecem os números”, diz Maria Clara Barbosa Rodrigues, de 7 anos, aluna do 2º ano.O principal lema que define a metodologia dos professores Kaplan de Harvard é “diga-me e esquecerei, pergunte-me e descobrirei.” Nas aulas, faz parte da metodologia chamar as crianças sempre pelos nomes e incentivá-las a entrar nas discussões.Em São Paulo, uma das unidades contempladas é a da escola estadual Clorinda Danti, na Zona Oeste de São Paulo, que atende 480 alunos do 1º ao 5º do ensino fundamental. Uma das educadoras é Janaina Rodrigues de Almeida, de 29 anos, aluna de licenciatura de matemática pela Universidade de São Paulo (USP). “Nunca tinha dado aulas e ver a carinha das crianças quando elas descobrem algo é impagável. Nessa idade você as ajuda a contribuir com algo para o futuro. O círculo ajuda a pensar, a raciocinar”, afirma Janaína. A diretora da escola Rosana Osso de Miranda diz que o trabalho do círculo acabou influenciando o desempenho dos alunos nas demais disciplinas e até os professores da unidade. “Os alunos estão mais participativos e gerou uma reflexão nos professores de que eles podem fazer diferente.” O projeto chegou ao Brasil há um ano. A expectativa, de acordo com o coordenador do Círculo da Matemática no Brasil, Flavio Comim, é incorporar os alunos do 5º ano e formar educadores que já atuam como professores na rede pública para expandir o número de crianças atendidas. As escolas que recebem o círculo são escolhidas a partir de parcerias com as secretarias da educação e a preferência é optar por aquelas que possuem os piores desempenho no Índice de Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) (...) Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/matematica-e-ensinada-criancas-do-brasil-com-metodologia-de-harvard.html

O estudante Murilo Corato Zanarella, de São Paulo, conquistou medalha de ouro na Olimpíada Ibero-americana de Matemática, com a pontuação máxima, 42 pontos. A delegação brasileira, que está na cidade de San Pedro Sula, em Honduras, onde ocorreu a competição, conquistou mais uma medalha de ouro e duas de prata. Alessandro de Oliveira Pacanowski, do Rio, conquistou o ouro com 38 pontos. Os estudantes Daniel Lima Braga e Ana Karoline Carneiro, ambos de Fortaleza, obtiveram medalhas de prata com 31 e 29 pontos, respectivamente. O time brasileiro foi liderado pelos professores Carlos Gustavo Moreira e Marcelo Tadeu Sales. A Olimpíada Ibero-Americana de Matemática é a competição mais importante para os países da região. Segundo a organização, o objetivo é estimular o estudo da matemática como ferramenta para o avanço técnico e científico. A edição deste ano contou com a participação de 82 jovens de 22 países ibero-americanos. As provas foram resolvidas individualmente na terça e quarta-feiras, sendo três problemas a cada dia, com valor de sete pontos cada, aplicados em quatro horas e meia. Os problemas abrangiam as disciplinas de álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. O resultado foi divulgado hoje (26) pela manhã e a premiação será às 21h no horário de Brasília. O Brasil é o país com maior número de medalhas conquistadas na competição até hoje. Desde 1985, ano em que o país iniciou a participação no evento, seus representantes conquistaram 105 medalhas, sendo 53 de ouro, 41 de prata e 11 de bronze. A participação brasileira no evento é organizada pela Olimpíada Brasileira de Matemática, projeto conjunto do Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada e da Sociedade Brasileira de Matemática. Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/09/26/brasil-conquista-medalhas-de-ouro-e-prata-em-olimpiada-de-matematica.htm#fotoNav=41

Fique atento ao prazo de submissão de trabalho que foi prorrogado até o dia 15/10. Cada participante poderá submeter até dois (2) trabalhos como autor principal; Cada participante poderá estar presente em até quatro (4) trabalhos como coautor; Cada trabalho poderá ter no máximo cinco (5) participantes, incluindo o professor orientador. Os trabalho serão apresentados nas modalidades: Comunicação Científica - (CC); Relato de Experência - (RE); Pôster - (PO). Acesse as normas de submissão no link: http://epbem.com.br/normastrabalho.php

O menino Arijon Krasniqi, de 13 anos, nasceu um ano após o fim da guerra do Kosovo, na antiga Iugoslávia. Por causa de um problema genético, Arijon nasceu sem os braços e as mãos, e desde pequeno teve de aprender a fazer várias atividades com os pés. Uma delas foi escrever, desenhar e até fazer exercícios complexos de matemática com uma caneta encaixada entre os dedos do pé direito.O problema de má formação dos membros superiores é apenas mais uma adversidade que Arijon e sua família tiveram de lidar. Sua família sobreviveu às atrocidades da guerra dos Balcãs. A casa onde eles moravam foi incendiada pelos sérvios e eles foram obrigados a fugir. A família mora atualmente com outros refugiados em uma casa comum, na cidade de Malisheva, em Kosovo. Arijon Krasniqi está na sétima série de uma escola primária e é considerado um excelente aluno. Além da matemática, ele demonstra muita habilidade para pintar e desenhar com os pés. Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/09/menino-que-nasceu-sem-os-bracos-aprende-matematica-usando-os-pes.html

Durante boa parte da infância, a catarinense Vanessa Bencz se acostumou com as notas baixas na escola, a dificuldade em se concentrar durante a aula, e o estigma de que não conseguiria aprender nada. Se via perdida em meio às brincadeiras dos colegas de classe, isolada em um canto da sala, às vezes reprovada com olhares pelos professores. "Ninguém queria andar perto de mim. Diziam que a burrice era contagiosa", afirma.Vanessa demorou para descobrir que sofria de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e a entender que era vítima de bullying. Hoje, jornalista formada, ela conta a sua trajetória em forma de ficção no livro de história em quadrinhos "A menina distraída". A jovem de Joinville (SC) diz que descobriu que algo estava errado em sua vida aos dez anos, depois de tirar várias notas zero nas provas. Era comum parar de prestar a atenção na aula para olhar pela janela ou desligar-se da aula para desenhar no caderno. "Sempre fui muito tímida e tirava só nota baixa. Ninguém queria andar comigo", afirma. "Eu só não repetia de ano porque estudava em colégio particular que me aprovava por causa das mensalidades."Já na adolescência, um professor de matemática a repreendeu diante de toda a classe depois de flagrá-la desenhando em vez de fazer os exercícios. "Ele disse que eu jamais seria uma desenhista, no máximo iria fazer cartaz de supermercado." Os pais encaminharam Vanessa para uma psicóloga e aos poucos seu desempenho escolar começou a melhorar. A psicóloga diagnosticou o transtorno de déficit de atenção e passou a orientar Vanessa a como fazer seu cérebro funcionar "à sua maneira". "Ela me explicou que se eu anotasse o que o professor falava, dormisse 20 minutos à tarde e olhasse o que anotei em seguida, conseguiria entender melhor", explica. "Meu problema era ficar olhando para a janela." A psicóloga recomendou muita leitura para Vanessa, como as séries "Harry Potter" e "Senhor dos anéis". Passou a escrever melhor, fazer ótimas redações, fez vestibular e entrou em jornalismo. Na faculdade, ganhou vários amigos.Também no ensino superior foi se consultar com uma psiquiatra que a receitou o uso de ritalina. Na medicina, a droga de uso controlado é usada para reduzir impulsividade e hiperatividade de pessoas com TDAH. "Meu cérebro é como uma orquestra maluca, todo mundo tocando ao mesmo tempo", diz Vanessa. O uso da ritalina por quem não precisa de tratamento é condenado pelos médicos. Além de não aumentar o poder de concentração, o remédio pode trazer riscos para a saúde.A jovem teve a ideia de escrever um livro em formato de história em quadrinhos para discutir os problemas que quem tem dificuldades na escola sofre. "Fiz algumas palestras e conheci muitos alunos que se identificaram com a minha história", afirma Vanessa, que chamou o namorado, Fábio Ori, para ilustrar a obra. Ela vez uma campanha no site de crowfunding Catarse e arrecadou R$ 21 mil para a produção do livro. Na história em quadrinhos, a personagem Leila não presta atenção no professor, não consegue fazer amizades e acaba excluída na escola. Então, ela cria um 'alter ego' e passa a interagir com ela. "Ela desenha a Mulher Raio, uma heroína capaz de resolver todos estes problemas." A história mostra ainda que o menino que praticava o bullying é, no fundo, alguém que também tem muitos problemas e precisa de cuidado e atenção. "A escola e os pais precisam entender que não apenas quem sofre o bullying, mas também quem pratica, precisa ser ouvido. Em geral eles excluem todo mundo, tanto o agressor quanto o agredido". O livro será distribuídos em escolas da rede pública e estará à venda por R$ 25. Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/2014/10/chamada-de-burra-nos-tempos-de-escola-jovem-lanca-hq-sobre-bullying.html

Quatro estudantes brasileiros, selecionados pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), conquistaram 3 medalhas de ouro e 1 de prata na 6ª Competição Ibero-americana Interuniversitária de Matemática (CIIM), que se encerrou nesta quarta-feira (08) na cidade de San José, na Costa Rica.Davi Lopes Alves de Medeiros, de Fortaleza (CE), terminou a competição com a primeira colocação na classificação individual, conquistando o ouro com um total de 39 pontos (de no máximo 60). André Macieira Braga Costa, de Belo Horizonte (MG) e Henrique Gasparini Fiúza do Nascimento, de Brasília (DF), também conquistaram medalhas de ouro com 32 pontos cada um, enquanto Rafael Kazuhiro Miyazaki, de São Paulo (SP), garantiu a medalha de prata com 31 pontos. A UFMG e o Instituto Militar de Engenharia (IME), também enviaram representantes. A competição contou este ano com a participação de 53 estudantes, agrupados em equipes de até quatro competidores, provenientes do Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, México e Equador. O professor Emanuel Carneiro do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) participou como líder do grupo. A competição, criada em 2009, é realizada anualmente com o apoio de Sociedades de Matemática, universidades e centros de pesquisa, além de um importante grupo de professores e estudantes. O evento tem como objetivos incentivar o estudo da matemática e a excelência acadêmica na comunidade universitária ibero-americana, melhorando a capacidade científica através da motivação e competitividade internacional, contribuindo assim com o desenvolvimento social, cultural e econômico dos países participantes. A participação brasileira na competição é organizada pela Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), programa que desempenha um importante papel em relação à melhoria do ensino e descoberta de talentos para a pesquisa em Matemática nas modalidades de ensino fundamental, médio e universitário nas escolas e universidades públicas e privadas de todo o Brasil. A OBM conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis), do Ministério da Educação (MEC) por intermédio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Matemática (INCT-Mat). Fonte: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/brasil-conquista-medalhas-de-ouro-prata-em-olimpiada-de-matematica-para-universitarios-14181566

Quando fez o juramento solene na formatura do curso de pedagogia, a professora Rosileia da Costa Borges, de 39 anos, não imaginava as dificuldades que teria pela frente para continuar exercendo a profissão após sofrer um acidente que a deixou paraplégica. Nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, ela tem mais um motivo para comemorar. Há dois anos retornou às salas de aula e com ajuda de uma cadeira de rodas especial consegue até ficar em pé para escrever na lousa da escola estadual Henriqueta Miranda, em Rifaina (SP). Léia, como é conhecida, perdeu os movimentos depois de capotar o carro que dirigia, em 2007. Ela saía de uma fazenda com o filho, então com 4 anos, e os irmãos, e voltava para a casa dos pais, quando perdeu o controle do veículo em uma estrada de Sacramento (MG). “Eu sempre fui enjoada com cinto de segurança, pedia para todo mundo colocar, mas nesse dia eu estava dirigindo numa estrada de terra antes de entrar no asfalto, todo mundo estava conversando, eu nem notei que estava sem cinto e fui arremessada para fora do carro”, conta.Somente Léia ficou ferida no acidente e precisou ficar 25 dias internada em um hospital de Franca (SP), onde morava na época. O diagnóstico de paraplegia levou seis meses para ser conclusivo e foi nesse momento que ela percebeu que seu jeito didático poderia dar forças para enfrentar a condição de cadeirante e superar as dificuldades. “Eu estava com mais 40 pessoas aprendendo sobre lesão medular no Instituto Sarah Kubitschek, em Belo Horizonte, estava todo mundo amedrontado e só eu com coragem para fazer as perguntas, que sempre tinham respostas negativas”, relembra.A volta de Léia às salas de aula ocorreu cinco anos depois do acidente e duas cirurgias. A professora também precisou esperar dois anos para a publicação da readaptação dela pela Secretaria de Estado da Educação. O retorno foi na escola José dos Reis Miranda Filho, em Franca, e há três meses pediu transferência para Rifaina, para ficar mais perto da família e dar uma criação melhor para o filho de 11 anos, quem considera o grande responsável por sua superação. “Ele é minha maior motivação, para continuar vivendo, lutando, para educar e ver crescer”, comenta.Com movimentos apenas nos braços, pescoço e cabeça ela utiliza um carro adaptado para dirigir 30 quilômetros entre Sacramento, onde mora, e Rifaina para dar aulas de apoio pedagógico três vezes por semana. Segundo ela, a escola já estava adaptada quando chegou. “Estava tudo pronto, só não tinha quem usasse”. No local, há rampas e barras para ajudar na locomoção, além de uma sala especial, com banheiro adaptado, onde aplica sonda para esvaziar a bexiga a cada quatro horas, com ajuda de uma enfermeira da rede básica de saúde. Devido à paraplegia, alguns órgãos de Léia não funcionam normalmente.A cadeira especial que usa, que a permite ficar em pé, custou R$ 20 mil e foi comprada com ajuda de amigos e familiares. O equipamento é necessário também para fortalecer os ossos e órgãos. “Ativa a circulação, fortalece a musculatura e com ela ainda posso pegar livros nas estantes, abrir armário e posso olhar olho no olho”.(Adaptado) Fonte: http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2014/10/professora-paraplegica-supera-limites-e-da-aulas-em-pe-com-cadeira-especial.html

Escolas públicas urbanas e rurais com o mínimo de dez estudantes matriculados no terceiro ano do ensino fundamental participarão este ano da Avaliação Nacional da Alfabetização (Ana). O teste será realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), em parceria com estados, municípios e o Distrito Federal, no período de 17 a 28 de novembro, na escola onde a criança estuda. Os alunos vão responder a testes de leitura, escrita e matemática. Para assegurar a participação de todos, o Inep produzirá provas com letras e número ampliados (fonte 18) e superampliados (24) para crianças com baixa visão. O número de provas ampliadas dependerá dos dados fornecidos pelas unidades de ensino no Censo Escolar. Estudantes com deficiência, transtornos globais ou específicos do desenvolvimento, síndromes ou outras necessidades de atendimento especial terão assegurado tempo adicional para responder aos testes. A Avaliação Nacional da Alfabetização atende a uma série de objetivos do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Entre eles, melhorar os padrões de qualidade e equidade do ensino, subsidiar a elaboração de políticas de alfabetização e aferir o nível de alfabetização e letramento em língua portuguesa e matemática. Conforme a Portaria do Inep nº 468, de 19 de setembro último, os diretores das escolas terão acesso aos resultados preliminares da Ana em maio de 2015, com uso de senha específica. Os resultados finais serão divulgados pelo instituto em agosto do próximo ano. O Inep também fixou índice de participação de alunos nos testes para que cada escola obtenha resultados individuais. A taxa mínima de participação é de 80% dos alunos matriculados no terceiro ano do ensino fundamental. Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=20855:estudantes-da-rede-publica-farao-exame-para-aferir-alfabetizacao&catid=211&Itemid=86

Com os três dedos do meio apontados para baixo para fazer a letra “m”, seguidos pelo punho fechado virado para cima, simbolizando o “a”, Mamede Martins Neto, de 20 anos, começa a dizer o seu nome na linguagem brasileira de sinais (libras). O jovem nasceu com deficiência auditiva, mas com muita luta seguiu firme nos estudos e está terminando o ensino médio no Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines), no Rio. Mamede se prepara para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nos dias 8 e 9 de novembro.Mamede quer estudar letras com especialização na linguagem dos surdos na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ajudar as pessoas que, como ele, não conseguem ouvir. “Queremos ser igual a todos os outros alunos, apesar da nossa limitação”, diz o jovem ao G1, em entrevista realizada com o auxílio da tradutora intérprete de libras Rose Fonseca. “Desejamos que não existam preconceitos com a nossa identidade surda e assim a gente possa vencer.” O jovem e os outros três amigos, Igor Bento Barros Viana, de 18 anos, Luan Moysés Lameu, de 18 anos, e Mariane Souza Menezes de Araújo, de 19 anos, apostam no sucesso na prova do Enem para ingressar em uma universidade. Para eles, a deficiência auditiva será sobreposta por muita dedicação e estudo. O encontro com os estudantes foi em uma das salas do Ines. Sentados ao redor de uma mesa, todos se mostravam ansiosos para contar suas experiências e suas inseguranças na hora da prova. Mamede e Mariana vão fazer a prova do Enem pela segunda vez. No ano passado, eles acharam a prova difícil por causa do tamanho dos textos das questões e do desconhecimento de algumas palavras. "Eu sabia que não seria fácil porque os textos são enormes. Muitas palavras também eu não tinha conhecimento. Mas eu vou me esforçar bastante, porque eu preciso desta chance para mudar de vida”, diz Mamede.Segundo o Ministério da Educação, mais de 3 mil solicitaram atendimento especial para surdos ou com alguma deficiência auditiva. O número é 35% maior do que o de surdos inscritos no Enem de 2013. Mariane contou que precisou recorrer a ajuda do intérprete na prova de 2013. “Achei muito difícil, o conteúdo era pesado. Eu precisei chamar a tradutora, mas ela não podia me explicar todo o texto, apenas traduzir algumas palavras que a gente tenha dificuldade. Agora estou estudando com materiais das provas antigas. Tomara que eu consiga”, afirma Mariane, também surda de nascença. Ela quer estudar biomedicina. (Adaptado - http://g1.globo.com/educacao/enem/2014/noticia/2014/10/queremos-ser-igual-aos-outros-diz-aluno-surdo-que-fara-o-enem-no-rio.html)

A secretária da Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Maria Beatriz Luce, diz que o MEC e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) discutem mais metas intermediárias para o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O objetivo é criar mais passos para estimular escolas e governos municipais e estaduais, tornando as metas mais factíveis. Atualmente o índice é divulgado de dois em dois anos.O Ideb é o principal indicador da qualidade do ensino básico no Brasil. Em uma escala até dez, sintetiza dois conceitos, a aprovação escolar e o aprendizado em português e matemática. O Ideb de 2013 foi divulgado pelo governo no início do mês. A meta estimada de 4,9 para anos iniciais foi a única cumprida pelo país, que obteve um índice de 5,2. A meta da década a que a secretária refere-se está no Plano Nacional de Educação (PNE), que estabelece o índice que deve ser cumprido em cada etapa de ensino nacionalmente.A secretária participou hoje (23) de debate na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, cujo tema era Os Desafios da Educação Brasileira à Luz do PNE. O ministro da Educação, Henrique Paim, também compareceu ao encontro. Ele destacou os avanços feitos pelo Brasil na educação nos últimos anos. O ministro citou, como exemplo, a média de anos de estudo dos brasileiros, que partiu de 2,6 anos em 1980 para os atuais 7,7 anos, número, no entanto, ainda inferior ao de países da América Latina.Sobre o financiamento da educação, que pelo PNE deverá chegar a pelo menos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em dez anos, Paim disse que além de mais recursos, a área precisa também melhorar a gestão. O CFC colocou-se à disposição com profissionais para auxiliar principalmente na gestão municipal, onde estão os maiores gargalos. (Adaptado - http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/governo-discute-criar-metas-intermediarias-para-ideb-14344547)

O estudante paulista Murilo Corato Zanarella conquistou a medalha de ouro, com a pontuação máxima da prova (42 pontos), na 29ª Olimpíada Ibero-Americana de Matemática (OIM), encerrada na última sexta-feira (26/09). Alessandro de Oliveira Pacanowski, do Rio de Janeiro, também conquistou o ouro, com 38 pontos. Daniel Lima Braga e Ana Karoline Borges Carneiro, os dois de Fortaleza (CE), ficaram com medalhas de prata, com 31 e 29 pontos, respectivamente. Na classificação geral por países, o primeiro lugar ficou com o México (com 149 pontos), o segundo com o Brasil (140 pontos), seguido pela Espanha (124 pontos), Peru (122 pontos) e Portugal (107). Participaram do evento, realizado na cidade de San Pedro Sula, em Honduras, 82 jovens de 22 países ibero-americanos. A equipe brasileira foi liderada pelos professores Carlos Gustavo Tamm de Araujo Moreira, do Rio, e Marcelo Tadeu de Sá Oliveira Sales, de São Paulo. A competição consiste em resolver problemas que abrangem as disciplinas de álgebra, teoria dos números, geometria e combinatória. Os alunos resolveram, nos dias 23 e 24 de setembro, três problemas por dia, cada um deles valendo sete pontos. A próxima edição da OIM ocorrerá em Porto Rico. Como pré-requisito, os candidatos precisam ter, no máximo, 18 anos e não podem ter participado da olimpíada em duas edições anteriores. Eles também precisam participar antes da Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM). Mais informações em http://www.obm.org.br/opencms/. Agência FAPESP Fonte: http://www.planetauniversitario.com/index.php/notas-do-campus-mainmenu-73/33479-aluno-brasileiro-obtem-pontuacao-maxima-em-olimpiada-de-matematica

Um professor de um colégio do Riacho Fundo, no Distrito Federal, teve a ideia de ensinar matemática por meio do telefone celular. Ele resolveu utilizar o “QR Code”, um código lido pelas câmaras dos aparelhos, para aplicar problemas de cálculo e raciocínio lógico. O projeto foi testado durante a olimpíada de matemática da escola, no fim de outubro, e envolveu cerca de 400 estudantes.Após voltar de um mestrado em educação na Argentina, o professor Cristiano Prates decidiu colocar em prática a experiência que teve com o QR Code. A direção do colégio Passionista aceitou a sugestão e decidiu aplicar a ideia numa espécie de “caça ao tesouro” pelo local. “No primeiro momento, os alunos tiveram de elaborar um mapa do colégio. Depois espalhamos as pistas com os códigos por todo o colégio, de acordo com a série deles. Em grupos de três, eles tinham de procurar no mapa onde estariam as dez questões que precisavam resolver”, afirmou Prates, que ensina matemática há 19 anos. A diretora do colégio, Irmã Maria de Lourdes Campanharo, deu aval para Prates e outro professor de matemática, Cleber Oliveira, baixarem um aplicativo que permite ler os códigos no celular dos estudantes. Para a responsável da escola, o evento “deixou a meninada entusiasmada”.Segundo o professor Cristiano Prates, o Brasil está na quinta posição dentre os países com os índices mais baixos de rendimento em matemática. O objetivo dele era utilizar a tecnologia para “diminuir o ranço” pela matéria, em uma olimpíada que, ao final, só valia um ponto extra na média.Com três meses de trabalho no colégio, ele não precisou de muito para convencer a diretora em adotar o telefone celular como instrumento de ensino. Na instituição, todas as salas de aula têm projetor e cada dupla de alunos até o 6º ano, um “tablet”. (Adaptado - http://cintedi.com.br/sistema/administracao/index.php?modulo=noticia&pagina=frm_adicionar&mvc=visao)

A publicação de novas obras pela Editora da Universidade Estadual da Paraíba (EDUEPB) está a todo vapor. Dentre as atividades da 8ª Mostra do Livro Universitário da UEPB, iniciada terça-feira (4), no hall do Prédio da Administração Central, no Câmpus de Bodocongó, consta o lançamento de quatro novos livros impressos e um e-book, através dos selos Latus e Substractum. Os livros publicados com o selo Latus têm como característica a abordagem cultural, com volumes de entretenimento, como romances, contos, poesias, entre outros. Já os livros da coleção Substractum trazem textos resultantes de pesquisas acadêmicas inovadoras, que ofereçam contribuições importantes para o desenvolvimento do conhecimento tecnocientífico em diferentes áreas.Com o apoio da teoria das representações sociais, Rejane Dias da Silva, doutora em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), traz em “A Formação do Professor de Matemática: um estudo das representações sociais” uma análise de como os aspectos da formação de professores de Matemática se baseiam na ligação ao conteúdo em si mesmo, sem que sejam consideradas as questões de ordem didática. Conforme a autora, essas representações têm a sua manifestação mais clara no discurso, ainda muito freqüente na academia, que o bom professor de Matemática é aquele que sabe muito sobre o conteúdo. Além disso, ela constata que os alunos costumam apresentar uma visão estigmatizada da Matemática, o que a levou a refletir sobre os problemas subjacentes ao ensino da disciplina – marcada muito mais pelo fracasso dos alunos. Ao longo de mais de 300 páginas sobre o assunto, Rejane Dias nos traz teorias, reflexões, aspectos do contexto educacional brasileiro, abordagens processuais e estruturais, sistematizações metodológicas da pesquisa, perfis de docentes e a apresentação do caso dos professores de Matemática no estado de Pernambuco, o que a levou a interessantes conclusões. Os livros impressos podem ser adquiridos na Livraria da EDUEPB, localizada no hall do Prédio da Administração Central, Câmpus I, em Bodocongó. Outras informações, através do telefone (83) 3315-3452. Fonte: http://www.uepb.edu.br/editora-da-uepb-lanca-quatro-novos-livros-impressos-e-um-e-book-durante-mostra-literaria/

O impacto da introdução de tecnologias na sala de aula e no dia a dia dos alunos e professores é tema de discussões que reúnem hoje (17) e amanhã (18) pesquisadores, empresários e representantes de países latino-americanos em Copacabana, na segunda edição do Bett Latin America Leadership Summit, evento que trata das estratégias inovadoras para o futuro da educação na América Latina. Uma das mudanças identificadas por educadores é o papel do professor, que deixa de ser o detentor das informações. "O grande desafio da escola hoje é o seguinte: a informação chega a todo mundo. Mas é preciso transformar essa informação em conhecimento. Eu sei de tudo, toda a informação vem para mim, mas isso gera o que na minha vida? O desafio do professor, hoje, é fazer esse salto, esse pulo do gato, essa conexão. Transformar a informação em conhecimento", disse a secretária de educação da Paraíba, Márcia Figueirêdo, uma das palestrantes da primeira mesa do evento. "Precisamos de professores que não se reconheçam mais como os detentores da informação. O professor domina o argumento para ensinar, é quem tem a metodologia. Isso precisa ser visto de forma diferenciada e mais viva", opinou Márcia. Para cumprir esse papel, Márcia entende que é preciso estimular o professor a despertar para as novas tecnologias, mundo em que os alunos já crescem inseridos mesmo em comunidades mais pobres: "Em uma das minhas viagens pelo interior, encontrei uma casinha no meio do nada, na beira de uma estrada, e descobri que ali funcionava uma lan house. Lá estavam dois meninos, que me contaram que andavam quatro quilômetros para ir lá conversar com amigos de todas as partes do mundo. Perguntei se eles falavam inglês, e um disse que estava aprendendo", contou Márcia. O diretor geral de tecnologias educacionais do Ministério de Educação do Peru, José Antonio Chacón, defendeu o investimento em tecnologia nas salas de aula como parte da infraestrutura educacional. "Quanto mais o professor utilizar a tecnologia como meio e ferramenta, mais ele vai melhorar a qualidade do ensino", disse. A adoção de uma tecnologia, no entanto, tem que ser planejada para não ficar obsoleta, afirmou o especialista de vendas e marketing de tecnologias educacionais Anthony Cortes: "Hoje, nos Estados Unidos, vemos governos comprando tecnologias para serem usadas daqui a três ou quatro anos, quando já vão estar obsoletas. É preciso pensar 10 anos à frente, e não apenas no que está sendo implementado agora. A tecnologia que está em implementação precisa ser discutida, porque colocar tecnologia por colocar não adianta. Gastamos recursos importantes à toa". Fonte: http://educacao.uol.com.br/noticias/2014/11/17/especialistas-discutem-impacto-da-tecnologia-nas-salas-de-aula.htm

As inscrições para a edição do VIII EPBEM encerram no dia 20 de novembro. Neste ano, o encontro já conta com um público de 600 participantes. A inscrição garante a participação no evento, bem como permite ao congressista se inscrever em uma oficina e um minicurso. As vagas para essas atividades já estão disponíveis no site. Além disso, a programação contará com palestras, mesas redondas, e apresentação de trabalho nas modalidades comunicação oral, pôster e relato de experiência. Com as temáticas “Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos” e “Pluralizando o Ensino em Educação Matemática”, os eventos tem como objetivos oportunizar aos estudantes, profissionais e pesquisadores, discussões acerca dos avanços e práticas na educação matemática; fomentar a divulgação científica e o intercâmbio entre estudantes, profissionais, pesquisadores e instituições interessados nas temáticas dos eventos; e estimular a produção de conhecimento no campo da pesquisa e estudo da Educação Matemática.

A educação foi o fator que mais avançou. São considerados a escolaridade dos adultos e a frequência dos jovens. A região de São Luís recebeu a melhor avaliação. E no Amazonas, a equipe do Jornal Nacional encontrou situações extremas. É na região metropolitana de Manaus que está o pior desempenho em educação do país. Mas no bairro do Aleixo, na capital, estudar é fácil. Numa escola pública, os alunos têm computadores à disposição e as famílias participam do aprendizado. “Os pais acabam também estudando com os alunos, com os filhos, acabam frequentando a escola, participando. E é uma forma também de o aluno se sentir interessado”, diz Luiz Carlos Braga Celestino Júnior, diretor da escola. A educação no bairro recebeu uma nota muito boa, entre as mais altas do país. Seis horas de viagem dali em Boca do Padre, na beira do Rio Amazonas, uma outra realidade. As comunidades da região seguem um calendário escolar diferente. Por causa dos meses de cheia, quando a água cobre tudo, as aulas começam em agosto e vão até maio do ano seguinte. E as escolas sempre ficam danificadas por causa da água e precisam ser reformadas para receber os alunos. Railza precisa atravessar o rio todos os dias. “Todo dia a gente tem que descer o barranco, esperar o motor para gente chegar na escola e quando a gente chega, a gente tem que subir o barranco novamente”, diz Railza do Carmo. Nessa região rural, a educação ainda é um desafio. O IDH da educação é o mais baixo do país. Boca do Padre não tem ensino médio. Quem quiser avançar nos estudos, precisa procurar outra escola longe dali. Estudar é difícil, mas nada de desistir Diogo: A gente tem que vir para escola como a gente merecer, andando, de canoa, de barco, de lancha, qualquer coisa. Jornal Nacional: O importante é está aqui? Diogo: É. Jornal Nacional: Por quê? Diogo: Porque a gente tem que estudar para garantir um futuro melhor para nós.

A educação foi o fator que mais avançou. São considerados a escolaridade dos adultos e a frequência dos jovens. A região de São Luís recebeu a melhor avaliação. E no Amazonas, a equipe do Jornal Nacional encontrou situações extremas. É na região metropolitana de Manaus que está o pior desempenho em educação do país. Mas no bairro do Aleixo, na capital, estudar é fácil. Numa escola pública, os alunos têm computadores à disposição e as famílias participam do aprendizado. “Os pais acabam também estudando com os alunos, com os filhos, acabam frequentando a escola, participando. E é uma forma também de o aluno se sentir interessado”, diz Luiz Carlos Braga Celestino Júnior, diretor da escola. A educação no bairro recebeu uma nota muito boa, entre as mais altas do país. Seis horas de viagem dali em Boca do Padre, na beira do Rio Amazonas, uma outra realidade. As comunidades da região seguem um calendário escolar diferente. Por causa dos meses de cheia, quando a água cobre tudo, as aulas começam em agosto e vão até maio do ano seguinte. E as escolas sempre ficam danificadas por causa da água e precisam ser reformadas para receber os alunos. Railza precisa atravessar o rio todos os dias. “Todo dia a gente tem que descer o barranco, esperar o motor para gente chegar na escola e quando a gente chega, a gente tem que subir o barranco novamente”, diz Railza do Carmo. Nessa região rural, a educação ainda é um desafio. O IDH da educação é o mais baixo do país. Boca do Padre não tem ensino médio. Quem quiser avançar nos estudos, precisa procurar outra escola longe dali. Estudar é difícil, mas nada de desistir Diogo: A gente tem que vir para escola como a gente merecer, andando, de canoa, de barco, de lancha, qualquer coisa. Jornal Nacional: O importante é está aqui? Diogo: É. Jornal Nacional: Por quê? Diogo: Porque a gente tem que estudar para garantir um futuro melhor para nós.

TOP

A wonderful serenity has taken possession of my entire soul, like these sweet mornings of spring which I enjoy with my whole heart. I am alone, and feel the charm of existence in this spot, which was created for the bliss of souls like mine.

I am so happy, my dear friend, so absorbed in the exquisite sense of mere tranquil existence, that I neglect my talents. I should be incapable of drawing a single stroke at the present moment; and yet I feel that I never was a greater artist than now.

When, while the lovely valley teems with vapour around me, and the meridian sun strikes the upper surface of the impenetrable foliage of my trees, and but a few stray gleams steal into the inner sanctuary, I throw myself down among the tall grass by the trickling stream; and, as I lie close to the earth, a thousand unknown plants are noticed by me: when I hear the buzz of the little world among the stalks, and grow familiar with the countless indescribable forms of the insects and flies, then I feel the presence of the Almighty, who formed us in his own image.

Duis dictum tristique lacus, id placerat dolor lobortis sed. In nulla lorem, accumsan sed mollis eu, dapibus non sapien. Curabitur eu adipiscing ipsum. Mauris ut dui turpis, vel iaculis est. Morbi molestie fermentum sem quis ultricies. Mauris ac lacinia sapien. Fusce ut enim libero, vitae venenatis arcu. Cras viverra, libero a fringilla gravida, dolor enim cursus turpis, id sodales sem justo sit amet lectus. Fusce ut arcu eu metus lacinia commodo. Proin cursus ornare turpis, et faucibus ipsum egestas ut. Maecenas aliquam suscipit ante non consectetur. Etiam quis metus a dolor vehicula scelerisque.

Nam elementum consequat bibendum. Suspendisse id semper odio. Sed nec leo vel ligula cursus aliquet a nec nulla. Sed eu nulla quam. Etiam quis est ut sapien volutpat vulputate. Cras in purus quis sapien aliquam viverra et volutpat ligula. Vestibulum condimentum ultricies pharetra. Etiam dapibus cursus ligula quis iaculis. Mauris pellentesque dui quis mi fermentum elementum sodales libero consequat. Duis eu elit et dui varius bibendum. Sed interdum nisl in ante sollicitudin id facilisis tortor ullamcorper. Etiam scelerisque leo vel elit venenatis nec condimentum ipsum molestie. In hac habitasse platea dictumst. Sed quis nulla et nibh aliquam cursus vitae quis enim. Maecenas eget risus turpis.